O perfil eleitoral de Marcelo Duchovni Silva, do PP, identifica-o como deputado federal por São Paulo, sob o número 1119. A ficha também informa o total de bens declarado pelo político.
Os dados reúnem informações pessoais, patrimônio e histórico de candidaturas. Entre os registros, consta que Silva concorreu a vereador em Campinas em diferentes eleições.
A página, datada de 30 de outubro de 2026, apresenta o político como natural de Campinas, advogado e com ensino superior completo. O perfil também informa que ele tem 44 anos e é casado.

A declaração patrimonial inclui imóveis, aplicações financeiras, participações societárias, um veículo e saldo em contas. O histórico eleitoral e a composição dos bens são os principais aspectos reunidos no cadastro.
Perfil pessoal e histórico de candidaturas
O histórico eleitoral de Marcelo Duchovni Silva começa, entre os registros apresentados, com a candidatura a vereador pelo PSDB em 2012, quando ficou como suplente. A ficha não informa o número de votos dessa eleição.
Em 2016, concorreu pelo PSD e foi eleito por QP. O mesmo partido e resultado aparecem na candidatura de 2020, também para vereador.
Na eleição de 2024, Silva disputou novamente uma vaga de vereador, dessa vez pelo PP, e foi eleito por QP. Ao todo, o cadastro reúne quatro candidaturas para o cargo, com três registros de eleição por QP e um de suplência.
Bens declarados e composição do patrimônio
A declaração eleitoral registra patrimônio total de R$ 3.394.487,00. Entre os imóveis residenciais, consta uma casa em Sousas, Campinas, financiada pelo Itaú Unibanco e avaliada em R$ 965.984,02, além de uma casa em construção no município, financiada pela Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 62.341,49.
Também foi declarado um quinhão de 16,666% de uma casa no condomínio Quinta da Bela Vista, em Campinas, recebido por herança e avaliado em R$ 87.161,87. Nos apartamentos, há uma participação de 50% em imóvel financiado pela Caixa, no valor de R$ 168.314,24, além de frações herdadas no Edifício Dijon, no Brooklin, em São Paulo, e no Edifício Dubai, em Campinas.
As participações herdadas em apartamentos incluem 16,666% do Edifício Dijon, avaliados em R$ 57.230,69, e 16,666% de um apartamento no Brooklin, por R$ 119.565,50. A ficha registra ainda duas frações de 16,666% no Edifício Dubai, cada uma avaliada em R$ 102.777,57. Em aplicações, aparecem R$ 735.454,49 em fundos imobiliários, de infraestrutura e multimercado e R$ 645.475,70 em renda fixa, incluindo Tesouro Direto, CDB/RDB, LCA, LCI, CRA, CRI e debêntures de infraestrutura.
Entre os demais bens estão um BYD Song Plus 2025/2026, financiado pelo Banco Safra, declarado por R$ 152.500,16, e R$ 93.845,74 em quotas de capital da Immer Capital S.A. e de sociedade de advogados, além de ações da Americanas e da Oi. O registro inclui também 16,66% de uma gleba na Fazenda Santana, em Campinas, avaliada em R$ 40.046,21, e R$ 23.239,11 em saldos bancários e de investimento. Outros imóveis somam participações herdadas em prédios residenciais em Ubatuba e Campinas, em Santo Antônio de Posse, na Avenida das Amoreiras e em um prédio comercial em Campinas, além de uma vaga de garagem no Edifício Dijon; os valores declarados para esses itens variam de R$ 3.277,78 a R$ 11.652,79.


